21 setembro, 2006

kyukushin - seeking truth


O silêncio tem-se revelado numa espécie de revolta pacífica. As cores misturam-se num turbilhão de emoções meio daltónico. Mesmo assim, há uma força que emana e respiro, como Fénix que renasceu das cinzas.

The samurai is the last man to die.....

Ahi estas tu


Dejate llevar, por las sensaciones
Que no ocupen en tu “via”, malas pasiones
Esa pregunta que te haces sin responder
Dentro de ti está la respuesta para saber
Tu eres el que decide el camino a escoger
Hay muchas cosas buenas y malas, elige bien
Que tu futuro se forma a base de decisiones
Y queremos alegrarte con estas canciones
Y ahí estás tu, tu
Y ahí estás tu, tu
Y es que yo canto porque a mi me gusta cantar
También tu bailas porque a ti te gusta bailar, tu
Y es que yo canto porque a ti te gusta escuchar
Lo que yo canto porque así se puede bailar, tu
Y ahí estás tu
Y a mi me gusta como bailas, tu
Tu a bailar, tu a bailar
Y ahí estás tu
Y a mi me gusta como te mueves, tu
Tu a bailar, tu a bailar
Canto por el día, que el mañana da alegría
Canta tu conmigo si quieres conmigo canta
Canto por las noches, cuando el lorenzo se esconde
Canta tu conmigo, si quieres conmigo canta
Canto “pa” los pobres que temprano se levantan
Canta tu conmigo, si quieres conmigo canta
Y ahí estás tu
Y a mi me gusta como bailas, tu
Tu a bailar, tu a bailar
Y ahí estás tu
Y a mi me gusta como te mueves, tu
Tu a bailar, tu a bailar.


Gracias a CHAMBAO

14 setembro, 2006

Satori, o silencio branco


O silêncio falou comigo em tons de branco enquanto meditava.
O aikido fluía e tudo se organizava à minha volta como se eu vibrasse na mesma frequência que o espaço, num diálogo mudo com a minha consciência.
Compreendi então que esse silêncio era o vazio, essa condição necessária para poder ser novamente preenchido por qualquer coisa ou por alguém.

12 setembro, 2006

Juramento de ANDA

ANDA! Anda comigo de mãos dadas e jura que nunca mais juras ANDA!
fica o abraço....

P/B

A fusão de duas cores, sabê-las misturar, é quase dominar as emoções.
Neste silêncio que mastigo, qualquer cor passa por cinzento no preto e branco que é a minha memória.
É um elogio, uma prova de contacto onde conto os anos um a um. Falha-me a linguagem, falha-me a mão, esgoto-me em cada minuto que passa para me renovar noutro silêncio, noutra cor...

11 setembro, 2006

o silencio do toque...


Na memória do último toque não ficou apenas uma cor, mas o silêncio surgiu a preto e branco.

Tudo começa e acaba no silencio...