Bjork's "Declare Independence", using Reactable
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Todos os momentos têm uma cor mas é no silêncio que a vemos surgir...
A performance musical do futuro......
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Para quem gosta de carros (e quem tem seguido este blog já percebeu que eu gosto), este clip é marcante. Foi com este video que registei uma das experiências mais emocionantes da minha vida. Não é exagero dizer que o que filmei, não é sequer representativo do episódio...
Fazer a curva do "parque da cidade" na circunvalação, a aproximadamente 270km/h é algo que dificilmente voltarei a ver...a menos que estes brinquedos de quase 900 cavalos de potência regressem!!!
Só para terem uma noção (para quem conhece o lugar, claro!), do "Teatro da Vilarinha" à "Rotunda da Circunvalação" na praia, o F1 demora entre 10 a 12 segundos.....loooooooooooooooool
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Para a Chevrolet os treinos não poderiam ter corrido melhor. Mas Melhor é vê-los passar a 2m, quase a raspar nas barreiras de protecção. Estive lá e digo-vos...mais perto, só sentado ao volante!
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Houve uma época em que os pilotos eram heróis e os carros tinham outro charme! Essa época acabou porque estas qualidades têm um preço demasiado alto!!! Fica o tributo ao tão saudoso Grupo B...
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O meu amigo Carlos Figueiredo mandou um mail com um clip de beatbox. No início deste blog, publiquei um outro clip do pai dessa malta toda do beatbox, o sr. Rahzel que pertence aos Wu Tang Clan.
Bem Carlos, vê lá então o que é beatbox de gente grande....
abraço
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Precisão não é para todos! Com uma katana nas mãos muito menos!!! Mas se todas as facas cortassem assim, que precisaria de ter precisão? ....onde acerta, corta....por isso...
Esta é para o Camilo! Sei que fizeste 30 aninhos e acredita, se pudesse dava-te uma destas de prenda...
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Esta foto foi feita por mim a pensar em Archive, banda que me tem inspirado estes últimos 12 anos. No entando, como em tudo, a vida faz-se de reconverções, reavaliações, reciclagens, evolução no seu termo mais simples. Penso que volvidos alguns anos de experiências acumuladas, aplicar-se-ía melhor a Placebo. Sem dúvida que sim...
Desenvolvem em mim algo que só resgato no mais íntimo reflexo de sofrimento. Sei que toco um lugar comum mas sinto-o como uma reverberação harmónica de emoções.
Não é possível descrever ninguém numa interpretação de género mas placebo, nesse sentido, não se limita nem por sombras a este clip, independentemente de muitos os resumirem a uns meros 4 acordes. Gostos à parte, (apesar de me sentir tentado a sugerir aos mais desatentos que aprofundem as figuras de estilo da língua de Shakespeare), espero que toquem a entropia dos sentidos...
Fotografia: Copyright António Barbosa, 2005
"Without you I'm nothing" featuring David Bowie
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Suspiro os cigarros
enquanto engulo o tempo que não passa
e teima em nos manter afastados...
adormeço no teu corpo imaginário
na esperança de matar a distância
para não disputar esta angústia
com a presença das sinapses
fecho os olhos
e num sorriso meio contido
simplesmente imagino-te aqui
-meu-
Fotografia: Copyright António Barbosa, 2005
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Original é o poeta
que se origina a si mesmo
que numa sílaba é seta
noutra pasmo ou cataclismo
o que se atira ao poema
como se fosse o abismo
e faz um filho ás palavras
na cama do romantismo.
Original é o poeta
capaz de escrever em sismo.
Original é o poeta
de origem clara e comum
que sendo de toda a parte
não é de lugar nenhum.
O que gera a própria arte
na força de ser só um
por todos a quem a sorte
faz devorar em jejum.
Original é o Poeta
que de todos for só um.
Original é o poeta
epulso do paraíso
por saber compreender
o que é o choro e o riso;
aquele que desce á rua
bebe
copos quebra nozes
e ferra emquem tem juízo
versos brancos e ferozes.
Original é o poeta
que é gato de sete vozes.
Original é o poeta
que chegar ao despudor
de escrever todos os dias
como se fizesse amor.
Esse que despe a poesia
como se fosse mulher
e nela emprenha a alegria
de ser um home qualquer.
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vou te dizer o que nunca te disse
vou te mostrar o que nunca te mostrei
tudo aquilo que eu quiz que o mundo visse
tudo aquilo que eu guardei
podia dizer-to de mil maneiras
num beijo, num olhar, num suspiro
em gestos de amor ou brincadeiras
tu sabes ao que me refiro
digo-to inspirado em ti, musa
que me fazes dar voltas e voltas
que me deixas cego, com a mente confusa
porque és livre mas não te soltas
e agora que longe estás
digo-te sem medo da minha fraqueza
que o que era desespero agora é paz
e o meu amor por ti, uma certeza
mas porque nada sou, nada fiz
nada posso fazer, apenas penso
e por saber que livre, longe de mim és feliz
eu te amo em silêncio
-meu-
Entre papéis, pó e recordações, encontrei algo que escrevi há uns bons anos...
Com toda a imaturidade que conserva no tom dos amores impossíveis próprios daquela idade, continuo a gostar imenso deste poema.
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