Não há cores novas...a vida é que muda de tom
Após ter estado afastado algum tempo deste blog por muitas razões, a maior parte delas pessoais, decidi voltar ao exercício da escrita.
Embalado na alternância entre dia e noite, enfrentei algumas cores do espectro da emoção. Tento viver intensamente e às vezes, por não me permitir viver dessa forma, acabo por sofrer as consequências na mesma proporção....intensamente.
"(...)Seria mais fácil se o que nos assemelha nos diferenciasse e, o que na realidade nos distingue nos aproximasse(...)"
Foi esta frase que me trouxe de volta à reflexão...
De que sofremos realmente, sempre que nos separamos de alguém com a convicção de ser o melhor para ambos? Sofreremos antecipadamente por algo que não pudemos viver ou não deixamos acontecer? Sofreremos por uma impossibilidade? Sofreremos porque no fundo, depois de nos entregarmos a alguém não evitamos um certo sentido de posse?
Talvez o lado bom seja a capacidade de nos renovarmos noutro alguém e assim recuperar o sentido das coisas.

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